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<channel><title><![CDATA[Lopes & Pinheiro Advogados - Artigos]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos]]></link><description><![CDATA[Artigos]]></description><pubDate>Wed, 30 Aug 2023 16:24:56 -0300</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[ATRASO NA ENTREGA DO IMÓVEL - O QUE FAZER?]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/atraso-na-entrega-do-imovel-o-que-fazer]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/atraso-na-entrega-do-imovel-o-que-fazer#comments]]></comments><pubDate>Mon, 30 Apr 2018 01:02:16 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/atraso-na-entrega-do-imovel-o-que-fazer</guid><description><![CDATA[       Saiba tudo o que pode ser feito caso voc&ecirc; se encontre na mesma situa&ccedil;&atilde;o de milhares de brasileiros que compraram im&oacute;veis, mas n&atilde;o receberam na data contratada e tampouco foram informados sobre quando ser&aacute; poss&iacute;vel a entrega pela construtora. Se voc&ecirc; est&aacute; nessa situa&ccedil;&atilde;o, n&oacute;s temos a solu&ccedil;&atilde;o. Ligue agora e agende uma reuni&atilde;o conosco. [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="wsite-youtube" style="margin-bottom:10px;margin-top:10px;"><div class="wsite-youtube-wrapper wsite-youtube-size-auto wsite-youtube-align-center"> <div class="wsite-youtube-container">  <iframe src="//www.youtube.com/embed/DuVeBJ3ELhA?wmode=opaque" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div> </div></div>  <div class="paragraph"><span style="color:rgb(17, 17, 17)">Saiba tudo o que pode ser feito caso voc&ecirc; se encontre na mesma situa&ccedil;&atilde;o de milhares de brasileiros que compraram im&oacute;veis, mas n&atilde;o receberam na data contratada e tampouco foram informados sobre quando ser&aacute; poss&iacute;vel a entrega pela construtora. Se voc&ecirc; est&aacute; nessa situa&ccedil;&atilde;o, n&oacute;s temos a solu&ccedil;&atilde;o. Ligue agora e agende uma reuni&atilde;o conosco.</span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Mais um pra conta.]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/advogado-que-ficou-quase-2-horas-em-fila-bancaria-sera-indenizado-no-valor-de-r-17-mil]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/advogado-que-ficou-quase-2-horas-em-fila-bancaria-sera-indenizado-no-valor-de-r-17-mil#comments]]></comments><pubDate>Wed, 15 Mar 2017 12:01:33 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/advogado-que-ficou-quase-2-horas-em-fila-bancaria-sera-indenizado-no-valor-de-r-17-mil</guid><description><![CDATA[       A demora de quase 2 horas em fila banc&aacute;ria para um advogado levantar alvar&aacute;s de processos que patrocinava gerou a condena&ccedil;&atilde;o do BB ao pagamento de R$ 17 mil de danos morais.O juiz de Direito A.G.S.F, do 2&ordm; JEC de Goi&acirc;nia/GO, afirmou que o prazo excedeu ao limite do bom senso e que s&atilde;o "p&eacute;ssimos os antecedentes do reclamado, tendo sido condenado neste ju&iacute;zo por dezenas de vezes pelo mesmo erro".De acordo com o autor, o advogado T. [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="http://www.lopesepinheiro.com.br/uploads/5/4/2/3/54231461/filadebanco_1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">A demora de quase 2 horas em fila banc&aacute;ria para um advogado levantar alvar&aacute;s de processos que patrocinava gerou a condena&ccedil;&atilde;o do BB ao pagamento de R$ 17 mil de danos morais.<br /><br />O juiz de Direito A.G.S.F, do 2&ordm; JEC de Goi&acirc;nia/GO, afirmou que o prazo excedeu ao limite do bom senso e que s&atilde;o "p&eacute;ssimos os antecedentes do reclamado, tendo sido condenado neste ju&iacute;zo por dezenas de vezes pelo mesmo erro".<br /><br />De acordo com o autor, o advogado T.C.J, por duas vezes - uma em setembro e outra em outubro - foi &agrave; ag&ecirc;ncia do banco localizada no pr&eacute;dio do TJ/GO e enfrentou o mesmo problema. Na primeira vez, esperou 1 horas e 45 minutos para ser atendido, e, na segunda, 1 hora e 30 minutos.<br /><br />Na senten&ccedil;a, o magistrado destacou que a demora no atendimento banc&aacute;rio, por si s&oacute;, n&atilde;o gera autom&aacute;tico direito ao recebimento de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais. No caso espec&iacute;fico, entretanto, o julgador considerou que a demora "maculou o que se entende por razo&aacute;vel no Estado Democr&aacute;tico de Direito para um servi&ccedil;o de primeira necessidade".<br />Fa&ccedil;o aqui quest&atilde;o de registrar que esse tipo de reclama&ccedil;&atilde;o tem se tornado comum entre os advogados da comarca (desde que estava em An&aacute;polis e repetindo-se agora, em Goi&acirc;nia), chegando sempre ao conhecimento deste julgador (como fato not&oacute;rio) que o banco reclamado presta um p&eacute;ssimo atendimento aos advogados no que pertine ao 'pagamento' das centenas de alvar&aacute;s expedidos pelo Poder Judici&aacute;rio.<br /> <br />Processo: 5606158.37.2014.8.09.0060<br /><br /><font size="2"><em>Fonte: <strong>Migalhas</strong></em></font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Preso pode oferecer imóvel para pagar fiança, decide ministro do STJ]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/preso-pode-oferecer-imovel-para-pagar-fianca-decide-ministro-do-stj]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/preso-pode-oferecer-imovel-para-pagar-fianca-decide-ministro-do-stj#comments]]></comments><pubDate>Wed, 15 Mar 2017 11:53:01 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/preso-pode-oferecer-imovel-para-pagar-fianca-decide-ministro-do-stj</guid><description><![CDATA[Ju&iacute;zes n&atilde;o podem impedir presos de oferecer im&oacute;veis&nbsp;como pagamento de fian&ccedil;a, com valor patrimonial e desimpedido, pois essa alternativa &eacute; prevista pelo C&oacute;digo de Processo Penal. Assim entendeu o ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, ao reconhecer o direito de um vereador de Osasco (SP) preso com outros colegas sob suspeita de atuar na contrata&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios-fantasmas na C&acirc;mara Municipal.O ve [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph">Ju&iacute;zes n&atilde;o podem impedir presos de oferecer im&oacute;veis&nbsp;como pagamento de fian&ccedil;a, com valor patrimonial e desimpedido, pois essa alternativa &eacute; prevista pelo C&oacute;digo de Processo Penal. Assim entendeu o ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, ao reconhecer o direito de um vereador de Osasco (SP) preso com outros colegas sob suspeita de atuar na contrata&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios-fantasmas na C&acirc;mara Municipal.<br /><br />O vereador Antonio Aparecido Toniolo (PCdoB) e outros investigados j&aacute; haviam conseguido Habeas Corpus no Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo, mas o desembargador F&aacute;bio Gouv&ecirc;a fixou fian&ccedil;a de R$ 300 mil para cada um deixar a pris&atilde;o. Em vez de pagar em dinheiro, Toniolo disponibilizou um im&oacute;vel para hipoteca, estimado em aproximadamente R$ 500 mil, mas o pedido de substitui&ccedil;&atilde;o do valor pelo bem foi negado.<br /><br />O advogado de Toniolo, <strong>Leonardo Pantale&atilde;o</strong>, alegou ao STJ que exigir dinheiro em esp&eacute;cie tira a natureza da fian&ccedil;a, que &eacute; garantir eventual pagamento de multa e de despesas processuais. O cliente j&aacute; foi solto no fim de 2016, mas teve de pedir empr&eacute;stimos a conhecidos. &ldquo;Exigir que um investigado fa&ccedil;a d&iacute;vida, tendo dispon&iacute;vel propriedade desembara&ccedil;ada e declarada, &eacute; o mesmo que negar a fian&ccedil;a&rdquo;, afirmou.<br /><br />Para o ministro relator, a negativa foi proferida sem raz&atilde;o, pois &ldquo;n&atilde;o h&aacute; impedimento legal para a aceita&ccedil;&atilde;o de bem im&oacute;vel&rdquo; para pagamento de fian&ccedil;a. &ldquo;Pelo contr&aacute;rio, o art. 330 do CPP determina que a fian&ccedil;a, que ser&aacute; sempre definitiva, consistir&aacute; em dep&oacute;sito de dinheiro, pedras, objetos ou metais preciosos, t&iacute;tulos da d&iacute;vida p&uacute;blica, federal, estadual ou municipal, ou em hipoteca inscrita em primeiro lugar.&rdquo;<br /><br />Embora o STJ siga jurisprud&ecirc;ncia do Supremo Tribunal Federal que n&atilde;o admite uso de HC quando outro tribunal s&oacute; negou liminar em car&aacute;ter monocr&aacute;tico (S&uacute;mula 691), Cordeiro concluiu que a tese deveria ser afastada porque a medida contra Toniolo representava constrangimento ilegal.<br /><br />A defesa de Toniolo avalia que a decis&atilde;o abre precedentes para investigados que continuam atr&aacute;s das grades porque n&atilde;o tinham R$ 300 mil em dinheiro. O advogado ainda questiona o valor da fian&ccedil;a em outro recurso.<br /><br />Pantale&atilde;o tamb&eacute;m nega a exist&ecirc;ncia de funcion&aacute;rios-fantasmas na C&acirc;mara. Segundo ele, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico apontou como irregulares assessores de vereadores que nem sempre precisam bater ponto no gabinete, pois o servi&ccedil;o &eacute; justamente em bairros e redutos eleitorais.<br /><br />Clique <a href="http://s.conjur.com.br/dl/preso-oferecer-imovel-pagar-fianca.pdf" target="_blank">aqui</a> para ler a decis&atilde;o.<br />HC&nbsp;384.497<br /><br /><font size="2"><em>Fonte: Conjur</em></font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Comentários ofensivos em grupo de WhatsApp geram dano moral]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/comentarios-ofensivos-em-grupo-de-whatsapp-geram-dano-moral]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/comentarios-ofensivos-em-grupo-de-whatsapp-geram-dano-moral#comments]]></comments><pubDate>Thu, 23 Feb 2017 15:44:31 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/comentarios-ofensivos-em-grupo-de-whatsapp-geram-dano-moral</guid><description><![CDATA[       A 5&ordf; c&acirc;mara C&iacute;vel do TJ/RS manteve condena&ccedil;&atilde;o de um homem por denegrir moralmente m&atilde;e e filha num grupo de WhatsApp. Cada uma dever&aacute; ser indenizada em R$ 3 mil reais por danos morais.O r&eacute;u, colega de faculdade da m&atilde;e, esteve com ela em uma festa onde foram tiradas v&aacute;rias fotos, inclusive da filha de sua colega, que na &eacute;poca tinha apenas 14 anos. Membro de um grupo chamado Cretinus Club, que tem cerca de 40 homens, e [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="http://www.lopesepinheiro.com.br/uploads/5/4/2/3/54231461/captura-de-tela-2017-02-23-a-s-12-46-14_orig.png" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font size="3">A 5&ordf; c&acirc;mara C&iacute;vel do TJ/RS manteve condena&ccedil;&atilde;o de um homem por denegrir moralmente m&atilde;e e filha num grupo de WhatsApp. Cada uma dever&aacute; ser indenizada em R$ 3 mil reais por danos morais.<br /><br />O r&eacute;u, colega de faculdade da m&atilde;e, esteve com ela em uma festa onde foram tiradas v&aacute;rias fotos, inclusive da filha de sua colega, que na &eacute;poca tinha apenas 14 anos. Membro de um grupo chamado Cretinus Club, que tem cerca de 40 homens, ele compartilhou as fotos da adolescente, fazendo coment&aacute;rios de baixo cal&atilde;o, de cunho sexual. Alegou que estava tendo um relacionamento amoroso com a m&atilde;e e que a filha tamb&eacute;m estava interessada nele.<br /><br />O fato foi descoberto porque um dos participantes do grupo, ao saber dos fatos, informou as autoras, que registraram ocorr&ecirc;ncia policial.<br /><br />Em sua defesa, o r&eacute;u sustentou que n&atilde;o enviou as mensagens, tendo em vista que estava trabalhando no hor&aacute;rio apontado no documento acostado na inicial. Afirmou que tem fam&iacute;lia e namorado e n&atilde;o tem interesse em expor as autoras ou alegar relacionamento com elas. Alegou ainda que algu&eacute;m pegou o seu celular sem autoriza&ccedil;&atilde;o e enviou as mensagens.<br /><br />Entretanto, conforme o relator, desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, o r&eacute;u n&atilde;o conseguiu demonstrar que as mensagens n&atilde;o foram postadas por ele, conforme alegado. Por outro lado, considerou o teor das conversas "<em>claramente ofensivo &agrave; honra e &agrave; imagem das autoras, ainda mais se considerando que a segunda demandante tinha apenas 14 anos na &eacute;poca dos fatos</em>".<br /><br /><em>"Destarte, a prova colhida no feito se mostrou coesa e coerente, suficiente para a proced&ecirc;ncia da demanda, pois demonstrado que o r&eacute;u proferiu palavras pejorativas, de cunho sexual envolvendo as duas autoras, uma delas menor de idade, em um grupo de conversa no whatsapp."<br /><br /><font size="3"><strong><u>Processo</u></strong>: 0311958-41.2016.8.21.7000</font></em><br /><br />Veja a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/2/art20170222-06.pdf" target="_blank">decis&atilde;o</a>.</font><br /><br /><span></span><em><font size="2">Fonte: Migalhas</font></em><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Indenização]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/indenizacao]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/indenizacao#comments]]></comments><pubDate>Mon, 20 Feb 2017 18:30:38 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/indenizacao</guid><description><![CDATA[       Vender autom&oacute;vel com defeito oculto, que o torne impr&oacute;prio ou inadequado para uso, viola o princ&iacute;pio da boa-f&eacute; objetiva na rela&ccedil;&atilde;o entre compra e venda. Al&eacute;m disso, afronta o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990).Com este fundamento, a 16&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio Grande do Sul confirmou a condena&ccedil;&atilde;o de uma revenda a indenizar um cliente. Por ter comprado um carro com [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="http://www.lopesepinheiro.com.br/uploads/5/4/2/3/54231461/km-voltado_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Vender autom&oacute;vel com defeito oculto, que o torne impr&oacute;prio ou inadequado para uso, viola o princ&iacute;pio da boa-f&eacute; objetiva na rela&ccedil;&atilde;o entre compra e venda. Al&eacute;m disso, afronta o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990).<br /><br />Com este fundamento, a 16&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio Grande do Sul confirmou a condena&ccedil;&atilde;o de uma revenda a indenizar um cliente. Por ter comprado um carro com hod&ocirc;metro adulterado, ele ir&aacute; receber R$ 3 mil a t&iacute;tulo de danos morais e R$ 4,5 mil pelos danos materiais (ressarcimento das despesas com consertos).<br /><br />Quando comprou o carro por R$ 16,9 mil, o hod&ocirc;metro marcava 74,3 mil quil&ocirc;metros rodados, e o consumidor assinou um termo de &ldquo;n&atilde;o garantia&rdquo;. S&oacute; que, dois meses depois, o ve&iacute;culo come&ccedil;ou a apresentar defeitos mec&acirc;nicos, o que o levou de volta &agrave; revenda. Como houve recusa de conserto, o autor da a&ccedil;&atilde;o gastou R$ 4,5 mil em uma outra oficina mec&acirc;nica.<br /><br />O comprador cobrou o preju&iacute;zo da revendedora, em v&atilde;o. No vaiv&eacute;m entre a loja e a mec&acirc;nica, ele conseguiu o endere&ccedil;o do antigo dono do ve&iacute;culo. Foi a&iacute; que descobriu que a revenda havia recebido o carro com 152,3 mil quil&ocirc;metros.<br /><br />Ao julgar a a&ccedil;&atilde;o movida pelo homem, o juiz Eduardo Giovelli, da 1&ordf; Vara C&iacute;vel da Comarca de Lajeado (RS) apontou que a real quilometragem do ve&iacute;culo n&atilde;o constou em nenhum documento de registro da transa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Para ele, este detalhe derruba a alega&ccedil;&atilde;o de falta de prova de que o hod&ocirc;metro foi alterado. &Eacute; que era obriga&ccedil;&atilde;o da revenda de ve&iacute;culos fazer este controle e este registro, tanto no &nbsp;recebimento quanto na comercializa&ccedil;&atilde;o do ve&iacute;culo. Assim, segundo o julgador, a empresa acabou vendendo um produto com v&iacute;cio oculto, pois o consumidor n&atilde;o poderia esperar os danos ocorridos apenas dois meses ap&oacute;s a compra.<br /><br />&ldquo;O artigo 4&ordm;, incisos III e IV, do CDC, determina que as rela&ccedil;&otilde;es de consumo sejam sempre regidas com base na boa-f&eacute; e equil&iacute;brio entre consumidores e fornecedores, primando pela informa&ccedil;&atilde;o quanto aos seus direitos e deveres, com vista &agrave; melhoria do mercado de consumo&rdquo;, anotou na senten&ccedil;a.<br /><br />O julgador ainda citou o artigo 443 do C&oacute;digo Civil: &ldquo;Se o alienante conhecia o v&iacute;cio ou defeito da coisa, restituir&aacute; o que recebeu com perdas e danos; se o n&atilde;o conhecia, t&atilde;o-somente restituir&aacute; o valor recebido, mais as despesas do contrato&rdquo;. Assim, como a parte autora confiou na revenda, esta tinha a obriga&ccedil;&atilde;o de verificar os antecedentes dos ve&iacute;culos que comercializa, pois tem de precaver-se de risco inerente &agrave; sua atividade econ&ocirc;mica.<br /><br />&ldquo;Tenho que restou caracterizado que o autor sofreu agress&atilde;o &agrave; sua dignidade, pois ap&oacute;s desembolsar valores e creditar confian&ccedil;a na revendedora restou totalmente frustrado na sua expectativa, situa&ccedil;&atilde;o que lhe trouxe sofrimento, j&aacute; que na posse do ve&iacute;culo n&atilde;o somente enfrentou problemas no carro, ficando impedido de utiliz&aacute;-lo sem proceder ao conserto, mas tamb&eacute;m tomou conhecimento de que fora ludibriado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quilometragem apresentada no hod&ocirc;metro do carro, ao entrar em contato com o antigo propriet&aacute;rio, que lhe apresentou comprovantes de tal situa&ccedil;&atilde;o fraudulenta&rdquo;, concluiu.<br /><br />Clique <strong><u><a href="http://s.conjur.com.br/dl/vara-civel-lajeado-rs-condena-revenda.pdf" target="_blank">aqui</a></u></strong> para ler a senten&ccedil;a.<br />Clique <strong><u><a href="http://s.conjur.com.br/dl/tj-rs-mantem-sentenca-condenou-revenda.pdf" target="_blank">aqui</a></u></strong> para ler o ac&oacute;rd&atilde;o.<br /><br /><em><font size="2">Fonte: <strong>Conjur</strong></font></em><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[ESTADO DEVE INDENIZAR PRESOS SUBMETIDOS A SITUAÇÕES DEGRADANTES]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/estado-deve-indenizar-presos-submetidos-a-situacoes-degradantes]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/estado-deve-indenizar-presos-submetidos-a-situacoes-degradantes#comments]]></comments><pubDate>Fri, 17 Feb 2017 14:05:25 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/estado-deve-indenizar-presos-submetidos-a-situacoes-degradantes</guid><description><![CDATA[Presos submetidos a condi&ccedil;&otilde;es degradantes em pres&iacute;dios devem ser indenizados em dinheiro. Por 7 votos a 3, o Plen&aacute;rio do Supremo Tribunal Federal definiu a responsabilidade civil do Estado pelas pessoas que mant&eacute;m presas. E se elas est&atilde;o sem &ldquo;condi&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas de humanidade&rdquo;, devem ser indenizadas, inclusive por danos morais.Venceu o voto do ministro Teori Zavascki, morto em janeiro deste ano, que havia iniciado o julgame [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph">Presos submetidos a condi&ccedil;&otilde;es degradantes em pres&iacute;dios devem ser indenizados em dinheiro. Por 7 votos a 3, o Plen&aacute;rio do Supremo Tribunal Federal definiu a responsabilidade civil do Estado pelas pessoas que mant&eacute;m presas. E se elas est&atilde;o sem &ldquo;condi&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas de humanidade&rdquo;, devem ser indenizadas, inclusive por danos morais.<br /><br />Venceu o voto do ministro Teori Zavascki, morto em janeiro deste ano, que havia iniciado o julgamento em dezembro de 2014, interrompido por pedido de vista do ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso. Teori foi acompanhado pelos ministros Luiz Edson Fachin, Rosa Weber, Dias Toffoli, Marco Aur&eacute;lio e C&aacute;rmen L&uacute;cia.<br /><br />Ficou definida, ent&atilde;o, a seguinte tese: "Considerando que &eacute; dever do Estado, imposto pelo sistema normativo, manter em seus pres&iacute;dios os padr&otilde;es m&iacute;nimos de humanidade previstos no ordenamento jur&iacute;dico, &eacute; de sua responsabilidade, nos termos do artigo 37, par&aacute;grafo 6&ordm;, da Constitui&ccedil;&atilde;o, a obriga&ccedil;&atilde;o de ressarcir os danos, inclusive morais, comprovadamente causados aos detentos em decorr&ecirc;ncia da falta ou insufici&ecirc;ncia das condi&ccedil;&otilde;es legais de encarceramento". Foi a tese apresentada pelo ministro Teori.<br /><br />Barroso, que havia apresentado seu voto-vista em mar&ccedil;o de 2015 (ali a vista foi da ministra Rosa), entendia que a indeniza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deveria ser em dinheiro, mas em dias remidos. Prop&ocirc;s a tese de que seria remido um dia para cada tr&ecirc;s a sete em que o preso ficasse submetido a condi&ccedil;&otilde;es inadequadas. Para ele, a solu&ccedil;&atilde;o do caso concreto n&atilde;o pode criar &ldquo;um problema fiscal&rdquo;. &ldquo;A indeniza&ccedil;&atilde;o pecuni&aacute;ria n&atilde;o tem como funcionar&rdquo;, disse nesta quinta.<br /><br />Ficou vencido. Os ministros entenderam que o Supremo n&atilde;o pode atuar como &ldquo;legislador positivo&rdquo;. Foi acompanhado por Fux e Celso. O decano lembrou em seu voto de declara&ccedil;&atilde;o do ex-ministro da Justi&ccedil;a Jos&eacute; Eduardo Cardozo de que preferia o suic&iacute;dio a ser preso &ldquo;nas masmorras&rdquo; que s&atilde;o as pris&otilde;es brasileiras.<br /><br />Celso citou o caso concreto em discuss&atilde;o, sobre um j&aacute; ex-detento que n&atilde;o tinha espa&ccedil;o para dormir e tinha de apoiar a cabe&ccedil;a na privada. &ldquo;Esse comportamento por parte do Estado &eacute; desprez&iacute;vel, inaceit&aacute;vel!&rdquo;<br /><br />O ministro gostou da tese de Barroso por ela se adequar a um precedente de 2011 da Suprema Corte dos Estados Unidos que limitou a superlota&ccedil;&atilde;o carcer&aacute;ria ao m&aacute;ximo de 137% &mdash; ou seja, superar a capacidade total em, no m&aacute;ximo 37%. Isso resultou na soltura de 46 mil pessoas.<br /><br />Marco Aur&eacute;lio e Fachin, embora tenham acompanhado o relator no m&eacute;rito da decis&atilde;o, ficaram vencidos numa parte. Ambos votaram para que o recurso fosse provido, e o preso em quest&atilde;o recebesse o equivalente a um sal&aacute;rio m&iacute;nimo por m&ecirc;s em que tenha sido submetido a situa&ccedil;&atilde;o degradante. A tese vencedora manteve o ac&oacute;rd&atilde;o recorrido, que fixou a indeniza&ccedil;&atilde;o em R$ 2 mil. &ldquo;A quantia &eacute; irris&oacute;ria, ante a submiss&atilde;o a situa&ccedil;&atilde;o desumana&rdquo;, disse o ministro Marco Aur&eacute;lio.<br /><br />Incoer&ecirc;ncias<br /><br />A jurisprud&ecirc;ncia do Supremo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pris&otilde;es segue diversas dire&ccedil;&otilde;es ao mesmo tempo. Em fevereiro de 2016, o tribunal definiu que n&atilde;o cabe Habeas Corpus, o rem&eacute;dio contra viola&ccedil;&otilde;es &agrave; liberdade de ir e vir, contra decis&atilde;o de ministro do STF. Seis meses antes, havia dito exatamente o contr&aacute;rio, mas depois mudou de entendimento.<br /><br />Na mesma sess&atilde;o de fevereiro, o Supremo tamb&eacute;m definiu que penas de pris&atilde;o podem ser executadas antes do tr&acirc;nsito em julgado da condena&ccedil;&atilde;o, contrariando o texto do inciso LVI do artigo 5&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.<br /><br />Em setembro de 2015, seis meses antes, portanto, o Plen&aacute;rio do STF concluiu o julgamento da j&aacute; famosa ADPF 347, que definiu que o sistema carcer&aacute;rio brasileiro est&aacute; num &ldquo;estado inconstitucional de coisas&rdquo;, por causa das sucessivas viola&ccedil;&otilde;es de direitos humanos. Quando o STF autorizou a execu&ccedil;&atilde;o antecipada da pena, o ministro Ricardo Lewandowski, vencido, se mostrou incr&eacute;dulo: &ldquo;Reconhecemos as inconstitucionalidades e viola&ccedil;&otilde;es de direitos humanos nas pris&otilde;es e agora vamos mandar mais gente para este verdadeiro inferno?&rdquo;.<br /><br />O relator da ADPF foi o ministro Marco Aur&eacute;lio. Nesta quinta, diante da autoriza&ccedil;&atilde;o da indeniza&ccedil;&atilde;o aos presos em condi&ccedil;&otilde;es desumanas, o ministro disse que &ldquo;o Estado precisa acordar e fazer cumprir a Constitui&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Mas que isso n&atilde;o quer dizer que todos os presos do Brasil receber&atilde;o indeniza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Definimos uma tese que autoriza o pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o pela submiss&atilde;o de presos a condi&ccedil;&otilde;es degradantes. Mas julgamos um caso concreto&rdquo;, disse.<br /><br />A ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia, presidente do Supremo e do Conselho Nacional de Justi&ccedil;a, lembrou da ADPF em Plen&aacute;rio. Disse que apresentaria um relat&oacute;rio com os trabalhos desenvolvidos pelo CNJ, conforme ficou determinado pela liminar, naquela ocasi&atilde;o.<br /><em><font size="2"><br />Fonte: Conjur</font></em><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[HOMEM SENTENCIADO DUAS VEZES NO MESMO PROCESSO É ABSOLVIDO PELO TJ-SP]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/homem-sentenciado-duas-vezes-no-mesmo-processo-e-absolvido-pelo-tj-sp]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/homem-sentenciado-duas-vezes-no-mesmo-processo-e-absolvido-pelo-tj-sp#comments]]></comments><pubDate>Wed, 15 Feb 2017 20:39:18 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/homem-sentenciado-duas-vezes-no-mesmo-processo-e-absolvido-pelo-tj-sp</guid><description><![CDATA[&Eacute; inexistente senten&ccedil;a em processo penal quando o ju&iacute;zo j&aacute; havia assinado anteriormente outra decis&atilde;o de m&eacute;rito, esgotando o exerc&iacute;cio da jurisdi&ccedil;&atilde;o. Assim entendeu a 11&ordf; C&acirc;mara de Direito Criminal do Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo ao rever o caso de um homem que havia sido condenado duas vezes no mesmo processo.O r&eacute;u era acusado de tr&aacute;fico de drogas, mas a Defensoria P&uacute;blica disse que  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><font size="3">&Eacute; inexistente senten&ccedil;a em processo penal quando o ju&iacute;zo j&aacute; havia assinado anteriormente outra decis&atilde;o de m&eacute;rito, esgotando o exerc&iacute;cio da jurisdi&ccedil;&atilde;o. Assim entendeu a 11&ordf; C&acirc;mara de Direito Criminal do Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo ao rever o caso de um homem que havia sido condenado duas vezes no mesmo processo.<br /><br />O r&eacute;u era acusado de tr&aacute;fico de drogas, mas a Defensoria P&uacute;blica disse que n&atilde;o havia qualquer laudo de exame toxicol&oacute;gico definitivo de subst&acirc;ncias, como exige a legisla&ccedil;&atilde;o, para comprovar a materialidade do suposto delito. Mesmo assim, a ju&iacute;za respons&aacute;vel pelo caso condenou o homem a 1 ano, 11 meses e 10 dias de pris&atilde;o.<br /><br />A defesa recorreu e, em vez de encaminhar os autos para an&aacute;lise do Tribunal de Justi&ccedil;a, a ju&iacute;za da 5&ordf; Vara Criminal de Ribeir&atilde;o Preto determinou dilig&ecirc;ncias para juntada do laudo ao processo. Depois, assinou uma segunda senten&ccedil;a condenat&oacute;ria nos mesmos termos.<br /><br />A Defensoria recorreu novamente, alegando que a situa&ccedil;&atilde;o gerou nulidade processual. A 11&ordf; C&acirc;mara Criminal reconheceu que &ldquo;salta aos olhos, nesse ponto, o equ&iacute;voco em que incorreu a magistrada da origem, porquanto n&atilde;o poderia ter inovado no feito&rdquo;. Ainda assim, os desembargadores definiram que n&atilde;o cabia a nulidade do ato, mas a declara&ccedil;&atilde;o de inexist&ecirc;ncia da segunda senten&ccedil;a.<br /><br /><strong>Falta de laudo</strong><br />O colegiado entendeu ainda que, sem qualquer laudo toxicol&oacute;gico definitivo durante a instru&ccedil;&atilde;o processual, n&atilde;o havia comprova&ccedil;&atilde;o de materialidade do delito atribu&iacute;do ao r&eacute;u.<br /><br />&ldquo;Registra-se, por oportuno, que apesar de o exame pericial em quest&atilde;o ter chegado aos autos&nbsp;durante a fase recursal, afigura-se question&aacute;vel a possibilidade da sua utiliza&ccedil;&atilde;o, em meio a exame de recurso exclusivo da defesa&rdquo;, diz o ac&oacute;rd&atilde;o. A decis&atilde;o n&atilde;o foi divulgada. <em>Com informa&ccedil;&otilde;es da Assessoria de Imprensa da Defensoria P&uacute;blica de S&atilde;o Paulo.</em></font><br /><br /><font size="2"><em>Fonte: Conjur</em></font><br /><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Impedir depoimento de testemunha configura cerceamento do direito de defesa]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/impedir-depoimento-de-testemunha-configura-cerceamento-do-direito-de-defesa]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/impedir-depoimento-de-testemunha-configura-cerceamento-do-direito-de-defesa#comments]]></comments><pubDate>Wed, 08 Feb 2017 13:15:54 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/impedir-depoimento-de-testemunha-configura-cerceamento-do-direito-de-defesa</guid><description><![CDATA[Negar adiamento da audi&ecirc;ncia e, consequentemente, impedir depoimento de uma testemunha configura cerceamento do direito de defesa. &Eacute; o que entende a ministra Dela&iacute;de Miranda, do Tribunal Superior do Trabalho, em caso no qual entendimento de primeira e segunda inst&acirc;ncia foram reformados e foi determinada a reabertura de instru&ccedil;&atilde;o processual em primeira inst&acirc;ncia.A quest&atilde;o envolve um eletricista&nbsp;que alega que a prova testemunhal seria neces [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph">Negar adiamento da audi&ecirc;ncia e, consequentemente, impedir depoimento de uma testemunha configura cerceamento do direito de defesa. &Eacute; o que entende a ministra Dela&iacute;de Miranda, do Tribunal Superior do Trabalho, em caso no qual entendimento de primeira e segunda inst&acirc;ncia foram reformados e foi determinada a reabertura de instru&ccedil;&atilde;o processual em primeira inst&acirc;ncia.<br /><br />A quest&atilde;o envolve um eletricista&nbsp;que alega que a prova testemunhal seria necess&aacute;ria para comprovar seus pedidos de horas extras e ac&uacute;mulo de fun&ccedil;&atilde;o. No entanto, o ju&iacute;zo de primeiro grau&nbsp;rejeitou o adiamento e julgou improcedentes os pedidos por falta de provas. De acordo com a senten&ccedil;a, n&atilde;o houve cerceamento de defesa, pois o trabalhador teve ci&ecirc;ncia da audi&ecirc;ncia com meses de anteced&ecirc;ncia, &ldquo;tempo h&aacute;bil para que providenciasse todos os meios necess&aacute;rios no sentido de diligenciar e comprovar o alegado convite feito &agrave; sua testemunha&rdquo;.<br /><br />No recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 15&ordf; Regi&atilde;o (Campinas-SP), o eletricista sustentou que a lei n&atilde;o exige que as partes comprovem convite &agrave; testemunha&nbsp;e que o artigo 825, par&aacute;grafo &uacute;nico, da CLT estabelece que, caso a pessoa indicada n&atilde;o compare&ccedil;a &agrave; audi&ecirc;ncia, ela pode ser intimada. O TRT-15, por&eacute;m, manteve a senten&ccedil;a.<br /><br />A relatora do recurso do trabalhador ao TST, ministra Dela&iacute;de Miranda Arantes, considerou que a negativa de adiamento da audi&ecirc;ncia configurou cerceamento do direito de defesa, diante do preju&iacute;zo sofrido por ele. A ministra explicou que no processo do trabalho, em regra, as testemunhas devem comparecer &agrave; audi&ecirc;ncia juntamente com as partes, independentemente de intima&ccedil;&atilde;o, mas, em caso de aus&ecirc;ncia, cabe ao julgador, de of&iacute;cio ou a requerimento da parte, fazer a intima&ccedil;&atilde;o de testemunha que n&atilde;o se fez presente na instru&ccedil;&atilde;o. <em>Com informa&ccedil;&otilde;es da Assessoria de Imprensa do TST.&nbsp;</em><br /><br /><strong>Processo n</strong>&ordm;<strong> 1755-46.2011.5.15.0094</strong><br /><br /><em><font size="2">Fonte: Conjur</font></em><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Justiça determina indenização de R$ 3.000 por longa espera em fila de banco]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/justica-determina-indenizacao-de-r-3000-por-longa-espera-em-fila-de-banco]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/justica-determina-indenizacao-de-r-3000-por-longa-espera-em-fila-de-banco#comments]]></comments><pubDate>Wed, 11 Jan 2017 13:35:40 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/justica-determina-indenizacao-de-r-3000-por-longa-espera-em-fila-de-banco</guid><description><![CDATA[       Das 4.345 reclama&ccedil;&otilde;es registradas pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, apenas 15 dizem respeito a mau atendimento em bancos em Belo Horizonte, ou seja, menos de 0,5%. E nenhuma delas &eacute; sobre as longas esperas. Embora n&atilde;o apare&ccedil;a nas estat&iacute;sticas, a demora nas filas acontece com frequ&ecirc;ncia, mesmo com leis municipais e estadual que limitam tal espera em 15 minutos. O desrespeito pode render indeniza&ccedil;&atilde;o por dano  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="http://www.lopesepinheiro.com.br/uploads/5/4/2/3/54231461/fila2_orig.png" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Das 4.345 reclama&ccedil;&otilde;es registradas pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, apenas 15 dizem respeito a mau atendimento em bancos em Belo Horizonte, ou seja, menos de 0,5%. E nenhuma delas &eacute; sobre as longas esperas. Embora n&atilde;o apare&ccedil;a nas estat&iacute;sticas, a demora nas filas acontece com frequ&ecirc;ncia, mesmo com leis municipais e estadual que limitam tal espera em 15 minutos. O desrespeito pode render indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral. Em Governador Valadares, na regi&atilde;o do Rio Doce, um cliente que esperou duas horas para ser atendido em uma ag&ecirc;ncia do Santander conseguiu na Justi&ccedil;a uma indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 3.000. O banco ainda pode recorrer.<br /><br />O consumidor trabalha com transporte e, como teve que esperar demais, perdeu trabalho. A indeniza&ccedil;&atilde;o considera tanto o dano emocional, em decorr&ecirc;ncia do estresse, como o dano f&iacute;sico.<br /><br />A a&ccedil;&atilde;o foi embasada na Lei Municipal 4642/1999, de Valadares, e na Lei Estadual 14235/2002, que determinam o limite m&aacute;ximo de 15 minutos em filas nos bancos. &ldquo;Tamb&eacute;m consideramos os artigos 6&ordm; e 8&ordm; do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, que tratam da prote&ccedil;&atilde;o &agrave; vida, &agrave; sa&uacute;de e &agrave; seguran&ccedil;a do consumidor&rdquo;, ressalta.<br /><br />O Santander n&atilde;o comenta a&ccedil;&otilde;es ainda em andamento. Entretanto, segundo defesa descrita no ac&oacute;rd&atilde;o, alegou que o fato n&atilde;o gerou danos morais ao recorrido, mas meros aborrecimentos. Ainda segundo o banco, para a configura&ccedil;&atilde;o do dano moral &eacute; necess&aacute;rio que a ofensa seja capaz de gerar perturba&ccedil;&atilde;o n&atilde;o passageira.<br /><br />Para determinar a indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 3.000, o desembargador Pedro Bernardes, da 9&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a de Minas Gerais (TJMG), considerou que o banco alegou que o fato gerou meros aborrecimentos. Ainda segundo o banco, para a configura&ccedil;&atilde;o do dano moral &eacute; necess&aacute;rio que a ofensa cometeu ato il&iacute;cito por infringir a lei e considerou ainda que houve dano moral. &ldquo;A demora excessiva no atendimento, a meu sentir, vai de encontro &agrave; dignidade da pessoa humana, respaldada pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. Al&eacute;m disso, demonstra o descaso do apelante principal com seus clientes&rdquo;, disse.<br /><br />&ldquo;Assim, a situa&ccedil;&atilde;o narrada nos autos ultrapassa a esfera dos meros aborrecimentos, ensejando indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais, j&aacute; que o apelante ficou na fila por um tempo seis vezes superior &agrave;quele previsto na legisla&ccedil;&atilde;o&rdquo;, concluiu Bernardes.<br /><br />Normalmente os consumidores n&atilde;o se animam a prestar queixas contra o mau atendimento, mas devem faz&ecirc;-lo. &ldquo;Um outro cliente sempre reclamava que ficava mais de 15 minutos, &agrave;s vezes at&eacute; mais do que uma hora. Ent&atilde;o, juntou seis reclama&ccedil;&otilde;es sobre dias diferentes e j&aacute; entramos com a a&ccedil;&atilde;o. Se um banco infringe a lei, precisa ser punido para n&atilde;o voltar a faz&ecirc;-lo&rdquo;, afirma o advogado.<br /><br />Senhas podem servir de prova<br /> O Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, por meio da assessoria de imprensa, alerta os consumidores para a necessidade de formalizar as reclama&ccedil;&otilde;es e chama a aten&ccedil;&atilde;o para as grandes chances de conseguir indeniza&ccedil;&atilde;o, uma vez que o Tribunal de Justi&ccedil;a de Minas Gerais (TJMG) j&aacute; tomou decis&otilde;es em favor do consumidor com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; grande demora na fila de banco. &ldquo;A orienta&ccedil;&atilde;o do Procon &eacute; que o consumidor que se sentir prejudicado, moral ou materialmente, com a demora na fila deve entrar na Justi&ccedil;a, exigindo indeniza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, diz a nota.<br /><br />Para tanto, o consumidor tem que reunir provas documentais para evidenciar o transtorno. &ldquo;O cliente deve pegar a senha que comprova o hor&aacute;rio que chegou, pegar algum documento que mostre quando saiu e, se for preciso, pode solicitar as imagens das c&acirc;meras internas do banco&rdquo;, explica o advogado Filipe Assis. (QA)<br /><br /><strong><font size="2">Fonte:&nbsp;otempo</font></strong><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Estado indenizará por bombeiros negarem atendimento ao confundirem AVC com bebedeira]]></title><link><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/estado-indenizara-por-bombeiros-negarem-atendimento-ao-confundirem-avc-com-bebedeira]]></link><comments><![CDATA[http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/estado-indenizara-por-bombeiros-negarem-atendimento-ao-confundirem-avc-com-bebedeira#comments]]></comments><pubDate>Mon, 05 Dec 2016 12:51:19 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.lopesepinheiro.com.br/artigos/estado-indenizara-por-bombeiros-negarem-atendimento-ao-confundirem-avc-com-bebedeira</guid><description><![CDATA[       Morador de Laguna/SC ser&aacute; indenizado ap&oacute;s os bombeiros locais &ndash; chamados para atend&ecirc;-lo em caso de emerg&ecirc;ncia &ndash; confundirem os primeiros sinais de AVC com sintomas t&iacute;picos de bebedeira. Em raz&atilde;o dessa confus&atilde;o, o atendimento acabou postergado e a v&iacute;tima, quando finalmente recolhida e conduzida ao hospital, teve perda funcional do sistema nervoso central &ndash; enfermidade definitiva e incur&aacute;vel. A 1&ordf; c&acirc;ma [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="http://www.lopesepinheiro.com.br/uploads/5/4/2/3/54231461/avc.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font size="3">Morador de Laguna/SC ser&aacute; indenizado ap&oacute;s os bombeiros locais &ndash; chamados para atend&ecirc;-lo em caso de emerg&ecirc;ncia &ndash; confundirem os primeiros sinais de AVC com sintomas t&iacute;picos de bebedeira. Em raz&atilde;o dessa confus&atilde;o, o atendimento acabou postergado e a v&iacute;tima, quando finalmente recolhida e conduzida ao hospital, teve perda funcional do sistema nervoso central &ndash; enfermidade definitiva e incur&aacute;vel.<br /></font><br /><span></span> <font size="3">A 1&ordf; c&acirc;mara de Direito P&uacute;blico do TJ/SC, em apela&ccedil;&atilde;o sob relatoria do desembargador Jorge Luis de Borba, confirmou condena&ccedil;&atilde;o ao Estado, que bancar&aacute; R$ 60 mil por danos morais mais pens&atilde;o mensal no valor de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo at&eacute; o cidad&atilde;o completar 70 anos. <br /></font><br /><span></span> <font size="3">"<em>Evidente a responsabilidade do ente p&uacute;blico pela ocorr&ecirc;ncia do infort&uacute;nio, uma vez que demonstrado o ato negligente praticado por seus prepostos, que n&atilde;o prestaram o devido socorro ao autor, v&iacute;tima de um AVC, fato que resultou na 'perda funcional do sistema nervoso central/enfermidade incur&aacute;vel' decorrente da demora no atendimento m&eacute;dico</em>." <br /></font><br /><span></span> <font size="3">A decis&atilde;o foi un&acirc;nime.<br /></font><br /><span></span><font size="3"> Processo: 0000460-77.2007.8.24.0040<br /></font><br /><font size="2"><font size="2">  </font> <em>Fonte: Migalhas</em></font><br /></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>